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17/10/2019 | Acordo provisório deve encerrar greve na GM - Valor Econômico

A General Motors (GM) e o sindicato United Auto Workers (UAW) chegaram a um acordo provisório sobre um novo contrato de trabalho, preparando o caminho para o fim de uma greve que já dura um mês, repercutiu em todas as operações da montadora americana e estimasse tenha custado cerca de US$ 2 bilhões até agora. O UAW disse ontem que a greve continuará pelo menos até que seu conselho nacional na GM aprove o acordo em uma reunião marca para esta quinta-feira. O conselho então decidirá se pede o fim da greve enquanto o acordo aguardará a ratificação dos membros do sindicato. Os detalhes do acordo não foram informados. A GM disse, na semana passada, que havia apresentado uma proposta que, entre outras coisas, aumentaria a remuneração dos trabalhadores e somaria bilhões de dólares em novos investimentos.

“A maior prioridade da equipe nacional de negociação tem sido garantir um contrato sólido e justo, que nossos membros merecem”, afirmou Terry Dittes, vice-presidente do UAW em um comunicado do sindicato. “Em respeito aos nossos membros, não vamos comentar sobre os detalhes até que os líderes do UAW e da GM se reúnam e recebam todos os detalhes.” A GM confirmou que um acordo provisório foi firmado e disse que vai fornecer detalhes adicionais “no momento apropriado”. Cerca de 48 mil funcionários que trabalham por hora entraram em greve no mês passado, na primeira paralisação no setor em mais de uma década, por causa de uma disputa sobre os salários, os custos do seguro saúde, os trabalhadores temporários e a decisão tomada pela GM no ano passado de fechar quatro fábricas nos Estados Unidos. 

O Center for Automotive Research estima que a greve, que está em sua quinta semana, custou à GM cerca de US$ 450 milhões por semana. Grande parte das operações da GM na América do Norte foram paralisadas por causa da greve, com mais de 30 de suas fábricas nos EUA interrompendo as atividades. A montadora americana implementou um plano de demissões temporárias em outras fábricas nos EUA, Canadá e México, por causa da falta de peças. Fornecedores também diminuíram a produção por causa da greve. As ações da GM caíram mais de 6% durante a greve, até o fechamento do mercado na terça-feira. A ação subiu 2,5% ontem, elevando o ganho nos dois últimos dias para 4,7%. A imprensa indicou que a presidente-executiva Mary Barra retomou as negociações com a UAW na terça-feira, sinalizando que um acordo foi firmado.

Ford, Fiat Chrysler e fornecedores de autopeças também viram os preços de suas ações subirem ontem, eliminando parte das perdas registradas desde o início da greve na GM. A ação da BorgWarner, por exemplo, que caiu cerca de 4% durante a greve, ontem subiu quase 2%. Após a finalização de seu acordo com a GM, o UAW passará a negociar com a Ford e a Fiat Chrysler. O sindicato escolheu a GM como uma chamada “companhia alvo” para iniciar as negociações sobre um novo contrato de quatro anos que estabelecerá o modelo para os acordos com as demais montadoras.

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