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30/07/2019 | Sob pressão menor de alimentos, IGP-M perdeu força em julho, dizem analistas - Valor Econômico

Depois de terem pressionado a inflação em junho, os alimentos voltaram a recuar no atacado e reduziram a alta do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), avaliam economistas. Segundo a estimativa mediana de 24 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data, o IGP-M cedeu de 0,80% no mês passado para 0,53% em julho. As projeções de alta para o dado, que será divulgado hoje pela Fundação Getulio Vargas (FGV), variam de 0,41% a 0,63%. Em 12 meses, a expectativa é que a inflação medida pelo IGP-M fique praticamente estável, passando de 6,51% para 6,53%.

O principal impacto de baixa no mês será o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que representa 60% do indicador geral e cedeu de 1,16% para 0,57% na passagem mensal, estima Fabio Romão, da LCA Consultores. Em seus cálculos, o IGP-M ficou em 0,50% na medição atual. Boa parte da descompressão foi influenciada pela parte agropecuária, observa Romão, para quem esses itens diminuíram 0,45% em julho, ante avanço de 1,04% na leitura anterior.

De acordo com o economista, a redução deve atingir vários itens de peso no grupo, como soja, feijão, cana de açúcar, aves, ovos e leite in natura. "O milho não vai cair, mas deve desacelerar", acrescentou Romão, para quem a sazonalidade favorável típica do meio do ano ajudou a segurar as cotações. No IPA industrial, o minério de ferro ainda deve ter figurado com uma das maiores pressões, mas mesmo assim o índice perdeu fôlego devido a outros bens, afirma Romão.

Para a LCA, os produtos industriais aumentaram 0,89% agora, menos do que o 1,19% verificado em junho, embora o minério tenha se mantido com taxa próxima à do mês passado, quando subiu 11,76%. Em sentido contrário, os derivados de petróleo e biocombustíveis refletiram os dois reajustes negativos nas refinarias efetuados pela Petrobras em julho. Por isso, caíram 3,15% no mês, prevê o economista, após já terem recuado mais de 2,6% em junho. 

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